clube do filme #1 – grandes atuações coadjuvantes

Filed under:Geral,cinema — posted by faccenda on 2010-08-31 @ 22:46

por volta das 21h de hoje, chego em casa depois de um dia cansativo de trabalho, vou pra varanda, deito na rede, pego o celular pra ver o tuinter e tem lá um monte de gente comentando um tal de ‘clube do filme #1′. foi então que cliquei em um dos links e cheguei aqui e assim por diante até que vi o de Pamonha e fiquei indignado por ela botar Tom Cruise na mesma lista que Al Pacino.

não que eu ache Tom Cruise um péssimo ator, ele até faz filmes muito bons (Minority Report, por exemplo) mas não o acho excelente a ponto de estar lado-a-lado (em uma lista de 3) com Al Pacino. não sou muito entendido de cinema, mas na minha opinião a melhor atuação de Tom Cruise foi em Magnólia (eu quase não acreditei que era ele).

PORRA PAMONHA!

comecei a sugerir outros atores que poderiam seguir a mesma linha ‘pop’ que ela falou ter ‘ficado com’ (suponho que devam ter feito um acordo para não repetirem os atores/filmes) e então sugeriu que eu fizesse meu post, e olha que nem sou blogueiro. ;)

gostei da idéia e, como aparentemente cada um pegou um ‘nicho’ (Eden foi pro lado da testosterona, Pamonha disse ter pego os atores mais ‘pop’, seja lá o que isso quer dizer), pensei em escolher um para ver se saía um post e resolvi ficar com ‘grandes atuações coadjuvantes’ (ou qualquer nome que o valha). e por ser de atuações ‘secundárias’ vou me dar ao luxo de não comentar necessariamente 3 filmes por ator, mas quero ressaltar as que se destacam mais que, ou tanto quanto, a do papel principal.

e para começar, vou falar de nada menos que…

1. Brad Pitt

a que eu acho ter sido a melhor atuação que já vi dele:

Mickey O’Neil em Snatch

putaquelospáril, alguém consegue entender que merda ele fala? sem contar nas cenas de luta que o cara mandou muito bem.

Jeffrey Goines em 12 Monkeys

acho até que o Bruce Willis, que é o ator principal no filme, merecia ser citado em um post, inclusive com este filme, mas meu foco aqui é com ‘atuações coadjuvantes’… enfim. Brad Pitt, né?

esta, se não me engano, é a primeira cena em que ele aparece no filme (não deixaram embutir o vídeo, então fica só link lá pro iutubiu).

mas pra ficar uma imagenzinha legal aqui pra este filme vai o making of da sena (desculpem meu jeitinho, é que fui alfabetizado em inglês)

e, como não poderia deixar de citar…

Tyler Durden em Clube da Luta

o filme até foi citado por Buchecha, mas ele falou de Edward Norton e eu destaco a atuação do Pitt, acho que foi melhor que a do Edú. pior que nem sei dizer porque prefiro o Tyler Durden à personagem de Edward Norton. enfim, veja um pouco:

2. Edward Norton

“#mimimi Buchecha já falou dele #mimimi”.

já parou?

ok, quero falar dele basicamente por conta da atuação como Aaron em As Duas Faces de um Crime ou, do original, Primal Fear.

se eu tivesse lido o roteiro todo, ainda no final teria caído. (sim, isso é spoiler! se você ainda não viu este filme de 1996, não merece a surpresa do final)

sem mais.

ele tem outras ‘atuações coadjuvantes’ muito boas como o policial/investigador Will Graham em Red Dragon mas acredito que ele fez valer ser comentado apenas com Primal Fear.

3. Joe Pesci

como não sou blogueiro e não combinaram isso comigo, não saquei que estavam fazendo apenas com atores do sexo masculino. até tinha notado que só tinham falado de atores deste gênero, mas achei que poderia falar de meninas e por isso citei a Dakota… aí a Pamonha me dá um esporro e eu resolvo trocar.

PORRA FACCENDA!

no final das contas achei melhor, porque Joe Pesci é um ator do caralho, com voz bem característica e muito carismático, destaco duas de suas atuações que, coincidentemente, assisti há pouco tempo:

Tommy DeVito em The Goodfellas

a cena que eu queria postar também está desabilitada para embutir no post, então vai o link quinem da outra vez.

então vai outra também para deixar uma imagem bonitinha aqui embaixo, mas tão boa quanto.

Joey La Motta em Raging Bull

já neste eu não acho que a atuação seja melhor, de uma forma geral, que a de De Niro, mas tem seus grandes momentos.

enfim, espero que tenham apreciado e não necessariamente concordado.

outros posts do ‘clube do filme #1′

  1. personagens perfeitos não podem ser perfeitos – by @elyndo
  2. toda unanimidade é burra! – by @RealEden
  3. Simplesmente Memoráveis – by @claudiagiane
  4. BECAUSE I’M A FUCKING CAVEMAN! – by @buchecha
  5. Atores Memoráveis – by @MarcelaPam
  6. Pai Mei dá sua opinião – by @thiagomadureira
  7. 3 atores, 3 filmes de cada um – by @bqeg
  8. Os Escolhidos – by @O_Raul
  9. sessão da tarde – o outro lado do clube do filme – by @entojo
  10. Os melhores dos melhores – by @bruno_br
  11. Os melhores dos melhores[2] – by @CarolBurgo
  12. Inéditos – by @catarinacristo
  13. Três Atores E Três Destinos – by @macaxeirageral
  14. Estive em Pulp Fiction. Sou bonito? – by @LipeML
  15. Clube do Filme #1 – by @luizelacerda

agradecimentos especiais para a Brisa que me ajudou com o post ;)

update do MacOSX pra 10.5.8 causando problemas na Wi-Fi quando na bateria

Filed under:dicas,leopard,macosx — posted by faccenda on 2009-08-10 @ 22:04

percebi que depois de instalar o update 10.5.8 do MacOSX Leopard a minha Wi-Fi ficou instável (para não dizer pior) quando o MacBook não estava conectado à bateria, depois de pesquisar na Internet e da indicação de de alguns colegas da lista maças selecionadas, cheguei ao seguinte link que foi onde coletei as informações para resolver o problema. como está em alemão e muita gente se assusta, resolvi escrever aqui também. eu não entendo PN de alemão, mas os comandos usados são bem elucidativos, então segue.

o problema está no firmware da placa de rede sem-fio e a idéia é usar o mesmo firmware do Leopard 10.5.7. para quem, como eu, não tem backup, o cara lá da página em alemão ensinou como extrair esses arquivos do update para esta versão. para descomplicar, eu já consegui o firmware em um arquivo e disponibilizei aqui. quem quiser pode baixá-lo.

abra o Terminal e assuma o usuário root como achar melhor (ex: sudo -i) e siga os seguintes passos:

1. antes de mais nada, baixe o firmware 10.5.7:

# mkdir ~/tmp/ && cd ~/tmp/
# wget http://faccenda.org/apple/IO80211Family.kext.tar.bz2

2. faça backup do firmware 10.5.8 instalado:

# tar cjvf IO80211Family-10.5.8.kext.tar.bz2 /System/Library/Extensions/IO80211Family.kext

3. remova o firmware atual:

# rm -rf /System/Library/Extensions/IO80211Family.kext

4. descomprima o firmware que foi baixado no diretório /System/Library/Extrensions/

# cd /System/Library/Extrensions/
# tar jxvf ~/tmp/IO80211Family.kext.tar.bz2

5. depois, rode os seguintes comandos para simples manutenção manutenção dos módulos do Kernel:

# kextload -t /System/Library/Extensions/IO80211Family.kext
# kextcache -k /System/Library/Extensions
# mv /System/Library/Extensions.mkext /System/Library/Extensions.mkext.backup

reinicie o seu querido Mac e voilà.

CheckPoint SecureClient para MacOSX tomando 100% de CPU

Filed under:dicas,leopard,macosx — posted by faccenda on 2009-02-09 @ 17:07

não sei se todo mundo sabe, mas a CheckPoint depois de um bom tempo, finalmente lançou uma versão do seu cliente VPN para MacOSX Leopard (10.5), também conhecido como SecureClient.

disponível aqui. como muitas vezes a galera verifica o ‘referer’, talvez só dê para baixar daqui

a bronca é que depois de uma ou duas horas de atividade ele fica tomando 100% de uma das CPUs (ainda bem que não é multithread). procurando a causa disso, achei no release notes disponível no mesmo link acima que há um problema na animação do ícone do programa que serve apenas para mostrar quando há atividade pela VPN, toma 100% de CPU, mas que é possível desativar esta configuração.

para isso, abra o arquivo /opt/CPsrsc-50/database/userc.C e mude a linha que tem :rotate_icon_on_encrypt (true) para :rotate_icon_on_encrypt (false)

feche o cliente (stop), conecte novamente e-pronto.

agora fico imaginando o que o estagiário da CheckPoint fez para acontecer isso.

nerd test

Filed under:nerd stuff — posted by faccenda on 2008-05-07 @ 10:06

é, eu não sou muito disso, mas… vi aqui e não pude deixar de fazer.


NerdTests.com says I'm a Cool Nerd King.  What are you?  Click here!

dica: Ubuntu Hardy Heron não faz login no site do Banco do Brasil?

Filed under:dicas,linux,ubuntu — posted by faccenda on @ 9:40

se ao tentar efetuar login no site do BB usando o teclado virtual (applet Java), ao clicar em “entrar” você é redirecionado para a mesma página sem uma mensagem de erro, provavelmente você tem o mesmo problema que eu.

inicialmente eu achava que a bronca era no Firefox 3.0b5 que vem no Hardy Heron, pois acontece o mesmo problema com esta versão do Firefox no MacOSX. mas pelo visto não é. a bronca é no plugin Java que vem por padrão no Hardy, que é o icedtea-gcjwebplugin.

o que fiz para resolver:

# apt-get remove icedtea-gcjwebplugin && apt-get install sun-java6-plugin

e voilà!

mas ainda preciso saber porque o mesmo acontece no Mac

dica: melhorando o look’n feel de aplicativos Qt no Gnome

Filed under:dicas,linux,ubuntu — posted by faccenda on 2008-04-28 @ 19:22

é, isso aqui tá virando uma referência de customização do Ubuntu para as minhas necessidades.

bem, alguns aplicativos Qt (Opera, VirtualBox, Skype) ficam realmente muito feios no Ubuntu (Gnome).

solução:

# apt-get install qt3-qtconfig qt4-qtconfig polymer

depois, execute o qtconfig-qt3 (por que o nome do pacote é qt3-qtconfig e do executável é qtconfig-qt3?), selecione o tema “Polymer” e vá em “File->Save” e feche. em seguida faça o mesmo com o qtconfig-qt4 só que com o tema “Cleanlooks”.

o Qt4, já vem com Cleanlooks que é uma versão do Clearlooks do Gnome, então é bem parecido. pra Qt3 tem o Klearlook (kde-style-klearlook), mas como é integrado com o KDE, tem q instalar trocentos pacotes de zilhões de megabytes só para ter o tema, por isso uso o Polymer, que é parecido o suficiente, mas se você já tem muitos aplicativos integrados com o KDE, pode valer à pena.

dica: acer travelmate 8100 + alsa + hda-intel

Filed under:dicas,linux,ubuntu — posted by faccenda on 2007-10-16 @ 18:36

para fazer essa merda funcionar direito, especialmente a confusão que fica entre o microfone interno e o da entrada de microfone, use estes parametros para o driver alsa, também o atalho do teclado para aumentar e baixar o volume (Fn+up e Fn+down):

options snd-hda-intel index=0 model=6stack-digout position_fix=1

no Ubuntu, basta executar o seguinte:

# echo "options snd-hda-intel index=0 model=6stack-digout \
    position_fix=1" >> /etc/modprobe.d/alsa-base

e reiniciar. bem, talvez tenha algo que nem o ‘update-modules’ do Gentoo, mas como não conheço o Ubuntu tão bem quanto o Gentoo, fui logo pro reboot que era garantido. ;)

tirei isso daqui.

dica: teclado us-international com cedilha em programas gtk2

Filed under:dicas,linux,ubuntu — posted by faccenda on 2007-10-11 @ 16:44

procurando na internet se contra uma caralhada de soluções para isso, não gosto da maioria delas pois envolve sobreescrever arquivos de pacotes que podem novamente ser sobreescritos em algum update e você pode perder a sua configuração e ter que procurar tudo novamente.

simples:

# echo GTK_IM_MODULE=cedilla >> /etc/environment 

testei isso no Ubuntu, mas provavelmente funciona na maioria das distros. talvez o arquivo para as outras não seja o mesmo, mas sempre tem algum equivalente.

dica: substituindo string em vários arquivos

Filed under:dicas,linux,scripting — posted by faccenda on 2007-09-25 @ 15:54
$ sed -i 's/<string a procurar>/<string a substituir>/g' <arquivo>;

lembrando que se a string tem / ela precisa ser ‘escapada’ com \

# find . -type f -exec sed -i \
    's/\/usr\/local\/bin\/ezmlm\//\/usr\/local\/bin\//g' {} \;

/proc/partitions

Filed under:Geral — posted by faccenda on 2005-09-18 @ 17:24

pois é… quando eu disse que não estava bem ao fazer o último post, é porque eu não sabia como eu iria ficar depois…

bem, segunda passada é que eu não estava bem… tanto que fui capaz de fazer uma grande besteira.

não estou querendo dizer que o fato de eu não estar bem foi a causa do que aconteceu, mas que colaborou.

enfim, o que aconteceu foi:

há alguns meses o hd de meu notebook foi pro saco (eu tinha backup recente do meu homedir, ainda bem) e eu comprei outro e tal… daí segunda passada eu pus o hd antigo defeituoso num cabo usb-ide que tenho para verificar se conseguia ler alguns dos dados que acreditava ter perdido. e tharam! conseguia ler tudo… parecia que o hd nunca tinha apresentado algum problema (lembro bem que logo que troquei os hds, fiz o mesmo teste e ele não funcionou).

copiei imediatamente algum dos dados que queria e depois pensei: pô… tenho agora um disquetão de 40GB. prontamente deletei todas as partições que existiam e criei uma nova. só depois disto, percebi a besteira: eu estava excluindo as partições do /dev/hda e não do /dev/sda [1].

sim, eu havia ignorado o aviso que o fdisk dá quando você deleta uma partição que está montada.

ao perceber isto, pensei como eu poderia fazer para recuperar. de imediato, fiz um novo backup do meu homedir, por precaução. pensei, também, em deixar copiando todos os arquivos do disco para o meu novo disquetão de 40GB, mas a interface USB 1.1 é muito lenta, isso iria demorar MUITO tempo.

voltando a como recuperar, pensei: po, o fdisk só altera a tabela de partições do disco. não deve ter escrito nada na área de dados, sendo assim, as partições ainda existiam, mas as informações de onde elas começavam e terminavam é que havia sido sobreescritas.

as partições ainda estavam montadas, então um ‘df‘ me diria qual o tamanho exato de cada partição. engano. me diria o tamanho disponível em uma partição. não o tamanho dela, pois ao formatar a partição uma parte do espaço é usado pelo sistema de arquivos para indexa-los. comecei a procurar programas que faziam recuperação de tabela de partições para Linux, sem muito êxito.

foi aí que pensei no parted, que se não houvesse uma forma de recuperar a tabela de partições, poderia servir pelo menos para criá-las, uma vez que eu tivesse as informações precisas de como isso deveria ser feito.

ao consultar o help do parted, vi que havia um comando chamado ‘rescue’ e me interessei por ele:

(parted) rescue START END              rescue a lost partition near START and END

consultando a man page do parted, verifiquei que START e END são megabytes, então com comandos do tipo:

(parted) rescue 0 40000

e depois

(parted) rescue 300 40000

o parted foi encontrando, uma-a-uma, as primeiras partições.

os valores não são exatamente os que usei e ele pede alguma confirmação, depois de encontrar a partição, para escrever as informações na tabela de partições.

porém, o parted não se garantiu ao encontrar uma partição extendida. sugeriu que era uma partição primária, ignorando que haviam mais partições dentro da partição extendida.

em paralelo, eu estava tentando ver se conseguia criar partições, usando o fdisk, especificando o tamanho em bytes ou em blocos, mas tudo o que eu tinha era como criá-las por cilindro.

depois de mais um pouco de pesquisa e uma dica de Ulisses Montenegro, vi que daria para fazer isso por setores, que já é bem mais granularizado que cilindros. para isto, basta dar o comando ‘u’ no fdisk, que ele chaveia entre usando setores ou cilindros.

faltava apenas criar as 2 partições que existiam na partição extendida. a partição extendida, apesar de não ter sido detectada pelo parted, eu sabia que era de onde teria terminado a 3ª partição até o fim do disco e criei manualmente.

para fazer isso, eu precisaria saber exatamente quantos setores teria uma das partições que restava (a outra teria o restante).

aí que entrou o /proc/partitions

lá existia a informação que eu queria, mas ao invés de setores, estava em blocos, como é mostrado no fdisk -l.

pude confirmar que estavam corretos os tamanhos das partições criadas/recuperadas pelo parted.

e com ‘fdisk -l -u‘ são exibidos os tamanhos em blocos e quantos setores existem no disco, como se vê abaixo:

# fdisk -l -u

Disk /dev/hda: 40.0 GB, 40007761920 bytes
255 heads, 63 sectors/track, 4864 cylinders, total 78140160 sectors
Units = sectors of 1 * 512 = 512 bytes

   Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
[...]

daí com uma regra de três simples, ficou fácil saber com quantos setores as partições que faltavam deviam ser criadas.

pense numa torada de aço. :P

mas isso tudo não me fez esquecer o que me fazia estar mal… só me distraiu por um tempo, durante a hora do almoço, que eu nem queria sair pra comer.

no final das contas foi até bom, já que não houve nenhum prejuízo e ainda tenho um disquetão de 40GB.

[1] para quem não sabe, no Linux, /dev/hda refere-se ao primeiro disco da primeira controladora IDE. /dev/sda refere-se ao primeiro disco SCSI. e a interface ide-usb, simula uma interface SCSI, de forma que mesmo sendo um disco IDE, os discos plugados nesta controladora sao vistos como discos SCSI.


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image: detail of installation by Bronwyn Lace